A RE/MAX registou quase 4 mil transações nos primeiros sete meses do ano, e foi o Minho a destacar-se nesse período, tendo registado cerca de 3.500 transações nos 24 concelhos das sub-regiões do Alto Minho, Cávado e Ave.
A procura internacional mantém-se elevada, com a rede a intermediar negócios com 37 nacionalidades, ainda que os portugueses representem a maior parte das transações (83%), seguidos dos brasileiros (9%).
A rede aponta várias características que poderão incentivar uma maior procura na região: qualidade de vida e segurança, gastronomia, e costumes culturais foram alguns dos fatores apontados como diferenciadores.
Cávado e Ave concentram 1.500 transações cada
Do início até a meio do ano (julho), as sub-regiões do Ave e do Cávado apresentaram uma atividade semelhante, destacou a rede, com cerca de 1.500 transações cada, representando, em conjunto, desta forma, aproximadamente 86% de toda a atividade da rede RE/MAX no Minho.
Foi a região do Cávado que liderou a atividade, tendo concentrado ndo 49% de todas as transações de arrendamento e 41% das operações de compra e venda realizadas no Minho. Braga também é referida, com cerca de 900 transações nos primeiros sete meses do ano, correspondentes a 60% da atividade da sub-região. Vila Verde e Barcelos seguem-se, representando 13% e 11% do total de transações do Cávado, respetivamente.
No Ave, Guimarães destaca-se como o principal polo de atividade, concentrando 43% das transações realizadas na sub-região. O concelho representa 68% das operações de arrendamento e 39% dos negócios de compra e venda. Seguem-se Vila Nova de Famalicão, com 27% da atividade, e Póvoa de Lanhoso, com 13%. Embora o Ave tenha registado, no total, um número de transações ligeiramente inferior ao do Cávado, superou esta sub-região nas operações de compra e venda.
Já no Alto Minho, responsável pelas restantes transações realizadas pela rede na região, foram concretizadas cerca de 500 operações nos primeiros sete meses do ano. A atividade encontra-se mais repartida pelos dez concelhos da sub-região, com Ponte da Barca a concentrar 25% das operações, seguida de Viana do Castelo, com 24%, e Arcos de Valdevez, com 20%. Ponte de Lima representa 11% da atividade e Valença 9%, enquanto os restantes concelhos repartem entre si os restantes 11%.
No conjunto do Minho, Braga é o concelho com maior peso na atividade da rede RE/MAX, concentrando 40% das transações de arrendamento e 22% das operações de compra e venda. Guimarães ocupa a segunda posição, com 24% e 18%, respetivamente, enquanto Vila Nova de Famalicão surge em terceiro, representando 6% das operações de arrendamento e 13% das transações de compra e venda.
Apartamentos são os imóveis mais procurados
Os apartamentos representam 46% das transações realizadas no Minho, - sendo os imóveis com mais procura -, nomeadamente para o arrendamento, onde concentram 67% da sua atividade, face a 41% na compra e venda.
Dentro dos apartamentos, os T3 lideram as preferências, com 39% das transações, seguidos dos T2, com 32%, e dos T1, com 22%. Nas moradias, os T3 representam 48% das operações, seguidos dos T2, com 21%, e dos T4, com 18%.
As moradias representam 14% das operações de arrendamento e 39% das de compra e venda. Por sua vez, os terrenos ocupam a terceira posição, com 11% das transações, exclusivamente associadas a operações de compra e venda.
Manuel Alvarez, presidente da RE/MAX Portugal, fez um balanço dos resultados até agora: “Os primeiros sete meses do ano confirmam a forte dinâmica imobiliária do Minho, embora com realidades distintas entre os territórios. Braga e Guimarães destacam-se como principais polos de atividade, enquanto o Alto Minho apresenta uma procura mais equilibrada. A presença de 37 nacionalidades nas transações da RE/MAX reforça ainda a crescente atratividade da região, tanto para portugueses como para estrangeiros, enquanto destino residencial e de investimento.”