Promoção Imobiliária

Fortera vai investir €500M na construção de 1.000 casas em Portugal

Ana Tavares |
Fortera vai investir €500M na construção de 1.000 casas em Portugal
Alive Espinho

Nos próximos 5 anos, o grupo israelita Fortera propõe-se a investir um total de 500 milhões de euros na construção de 1.000 novas habitações, implementando o novo conceito Alive by Fortera.

Um investimento de 115 milhões de euros em dois projetos da região Norte dá o pontapé de saída para este novo conceito habitacional, nomeadamente no Alive Espinho, com 84 apartamentos e mais de 22.000 metros quadrados, e o Alive Riverside, em Vila Nova de Gaia, num total de 300 apartamentos. Mas o conceito será implementado em todos os edifícios da Fortera, e que promete «revolucionar a forma como vivemos e pensamos a habitação».

O Alive by Fortera surge da necessidade de resposta às novas tendências trazidas pela pandemia, e a Fortera acredita que «a forma como se habitam as casas nunca mais será a mesma». Vai incluir uma série de novos serviços e amenities que «vão ao encontro desta nova forma de estar: desde espaços de partilha de conhecimento, a atividades lúdicas, passando também por momentos de interação, espaços conjuntos para coworking, etc».

Em comunicado, a empresa explica que a ideia é «criar sinergias, aproximar pessoas, e proporcionar uma habitabilidade plena no século XXI, lança mão da tecnologia e do desenvolvimento, e coloca-a ao serviço das pessoas». Outro objetivo subjacente ao conceito é o «desenvolvimento de contextos de proximidade e combate à solidão, ou seja, reduzir a solidão, aumentar a solidariedade, a interajuda e a segurança entre vizinhos».

Elad Dror, CEO do grupo Fortera, explica que «o Alive by Fortrera vai revolucionar como as pessoas se relacionam nos edifícios que habitam, pois não falamos apenas de edifícios residenciais! Além da inovação, do conforto e da qualidade, criaremos um ambiente familiar entre condóminos, suportado pelas valências do edifício, um condomínio privado, que proporciona zonas de lazer para as crianças, áreas para o desporto e para o tão já falado “houseworking”, numa valência de interação comum entre condóminos».

«Quisemos fazer evoluir os nossos edifícios nesse sentido e criar condições para as pessoas usufruírem do espaço com a capacidade de multifunções, mais precisamente por haver cada vez mais falta de ligações significativas entre vizinhos e percebemos a importância de criar relações, construir confiança, viver num ambiente seguro onde as pessoas se possam relacionar e ajudar mutuamente», continua Elad Dror. «Quisemos desenvolver uma ferramenta que ajude as pessoas a terem melhor qualidade de vida e melhores experiências», conclui.