A Thomas & Piron encerrou 2025 resultados positivos, tendo o Grupo registado um volume de negócios consolidado de 954 milhões de euros, mais 10% do que em 2024 (865 milhões de euros). O EBITDA ascendeu a 74 milhões de euros, refletindo um crescimento de 23% face ao exercício anterior.
De acordo com o comunicado divulgado, a Thomas & Piron optou por manter as equipas, continuar a construir e preparar a retoma, o que terá permitido ao grupo responder ao aumento da procura por habitações concluídas ou em fase avançada de construção.
A empresa diversificou, também, a sua atividade para novos segmentos da construção, incluindo residências universitárias, escritórios, hotéis e reabilitação de edifícios públicos.
Olivier Beguin, CEO do Grupo Thomas & Piron, afirmou: "Os resultados de 2025 são consequência das decisões tomadas nos últimos anos, da nossa capacidade de antecipar as mudanças do mercado e de adaptar continuamente a nossa oferta às expectativas dos clientes. Esta agilidade, aliada ao empenho das nossas equipas, permite-nos continuar a crescer, mesmo num contexto que permanece exigente".
Grupo reforça aposta em Portugal
A Thomas & Piron tem vindo também consolidar a sua atividade em Portugal desde 2018. Os três projetos atualmente em desenvolvimento representam cerca de 130 mil metros quadrados de construção e aproximadamente 1.000 fogos habitacionais.
Em Vila Nova de Gaia, o Gaia Hills tem já 75% dos apartamentos já comercializados; na Área Metropolitana de Lisboa, o empreendimento Clarissas, em Sacavém, constitui a maior operação urbanística da Thomas & Piron em Portugal e prevê a construção de mais de 700 apartamentos.

O Docks Matosinhos, representa outro marco relevante da operação nacional, encontrando-se a componente residencial integralmente comercializada.

David Carreira, Country Manager da Thomas & Piron Portugal, acrescentou: "Portugal é hoje um mercado estratégico para a Thomas & Piron. Encontrámos um país com uma procura estrutural por habitação de qualidade e acreditamos que podemos contribuir para responder a esse desafio através de projetos sustentáveis, bem integrados nas cidades e pensados para as pessoas. Os resultados alcançados demonstram que esta visão está a ser reconhecida pelo mercado e dão-nos confiança para continuar a crescer de forma consistente."
Nos mercados históricos do Grupo, a Bélgica voltou a registar um desempenho muito sólido, alcançando um recorde de 689 moradias vendidas e 300 apartamentos comercializados, e no Luxemburgo, o mercado imobiliário iniciou uma recuperação gradual, traduzida numa procura crescente por imóveis concluídos ou em fase final de construção.
Perspetivas para 2026
Apesar da presença de desafios relacionados com as taxas de juro, a evolução dos custos de construção ou necessidade crescente de reabilitação urbana e eficiência energética, a Thomas & Piron encara 2026 “com confiança”.
O Grupo, continuará a apostar numa “estratégia baseada na diversificação, inovação e proximidade com os clientes”. Em Portugal, esta estratégia passará por consolidar os projetos atualmente em desenvolvimento e continuar a identificar novas oportunidades de investimento.