Mediação Imobiliária

Volume de negócios da Remax atinge os €1.230M no trimestre

Ana Tavares |
Volume de negócios da Remax atinge os €1.230M no trimestre

Estes números representam uma descida de 3% no volume de negócios face a igual período do ano passado, mas uma subida de 2% no número de transações. Este foi mesmo o melhor terceiro trimestre já registado pela rede em Portugal, onde está presente há 20 anos.

O concelho de Lisboa lidera com 2.251 transações registadas, 13,1% do total transacionado pela rede. Seguem-se os concelhos de Sintra (6,5%), Cascais (3,6%), Oeiras (3,2%), Almada (3%), Setúbal (2,4%), Amadora e Odivelas (2,2% cada). Os 18 concelhos da Área Metropolitana de Lisboa representam 42,3% dos imóveis transacionados pela rede entre julho e setembro deste ano.

Apartamentos e moradias foram os dois tipos de propriedade mais transacionados pela rede, representando 60,7% e 23,1% do total, respetivamente. T2 e T3 foram as tipologias mais procuradas.

A rede registou aumentos em todos os indicadores relevantes no trimestre em causa, nomeadamente no número de transações, imóveis disponíveis, número de consultores e agências, considerando, por isso, que «foram meses que alavancaram a atividade e uma recuperação do mercado».

Só entre janeiro e setembro a Remax abriu 16 novas agências, num total de 356. O número de consultorespassou de 7.988 no início do ano para 9.394 no final de setembro.

Beatriz Rubio, CEO da Remax, comenta em comunicado que «os dados obtidos no trimestre confirmam uma tendência de crescimento, consequência sobretudo do dinamismo e robustez da rede Remax, que se mostrou adaptada a um novo contexto, mas ainda assim disponível para os clientes que querem comprar e vender as suas casas».

E sublinha que «nos últimos anos o setor imobiliário mostrou-se bastante ativo, impulsionado por um conjunto alargado de fatores: a confiança nos mercados, as reduções das taxas de juro e as muitas oportunidades de investimento, entre outras variáveis, potenciaram o seu crescimento e com ele a dinamização da economia». Admite que «o impacto da pandemia acarretou uma desordenação deste ciclo de crescimento sentido nos últimos anos, contudo o imobiliário tem vindo a reajustar-se à nova conjuntura, na qual as capacidades de adaptação e de inovação têm sido fundamentais».

«Esta nova realidade está a ter o efeito de acelerar uma transformação digital, em curso no mercado há algum tempo, provocando assim um efeito muito positivo no mercado, uma vez que a tecnologia potencia um setor que se pretende cada vez mais transparente e profissional», conclui.