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JLL coloca 14 empresas no Corredor Oeste até outubro

Ana Tavares |
JLL coloca 14 empresas no Corredor Oeste até outubro
Lagoas Park

Nos primeiros 10 meses deste ano, a JLL instalou 14 empresas no eixo empresarial do Corredor Oeste, sendo responsável pela colocação de 48% da área de escritórios ocupada nesta zona da Grande Lisboa.

A consultora esteve envolvida em três das maiores operações concretizadas este ano, nomeadamente a ocupação de 2.800 m2 pelo Novo Banco no parque de escritórios Tagus Park, e a colocação da CME em 1.600 m2 do edifício 11 do Lagoas Park, além de 5.900 m2 no WTC.

As restantes operações em que a JLL esteve envolvida dizem respeito sobretudo a empresas da área de TMT’s & Utilities, Bens de Consumo, Farmacêuticas & Saúde e Outros Serviços.

No final d outubro, o Corredor Oeste concentrava 17% do take-up acumulado do mercado de escritórios de Lisboa, que somava nessa data cerca de 93.500 metros quadrados ocupados. A renda prime registada é de 16 euros/metro quadrado/mês.

Mariana Rosa, Head of Leasing Markets Advisory da JLL, comenta em comunicado que «o Corredor Oeste sempre foi uma das zonas de escritórios mais apetecíveis para as empresas, pois dispõe de uma oferta muito moderna em termos arquitetónicos e também em termos técnicos e tecnológicos, além de oferecer escritórios com áreas bastante maiores do que noutros pontos da cidade. Isso é especialmente importante numa altura em que a procura é orientada para áreas de maior dimensão. Um dos fatores mais valorizados pelas empresas atualmente é que o Corredor Oeste permite uma ocupação imediata de escritórios com tais requisitos, algo que se torna difícil em contexto de contração da oferta».

Acrescenta ainda que «a relação qualidade/preço é outro fator diferenciador do Corredor Oeste, que apresenta a renda prime mais baixa de todo o mercado, mas que além destes atributos de dimensão, modernidade e disponibilidade imediata, apresenta um stock de grande qualidade. Apesar de não ser no centro de Lisboa, é um eixo muito bem servido a nível de acessibilidades e de infraestruturas de apoio, além de ter valências a nível de envolvente dos escritórios que dificilmente encontramos num centro de cidade».