O edifício foi adquirido pela SOCIMI espanhola em 2019 e após a saída de um grande ocupante do setor financeiro, surgiu a oportunidade de acolher um conjunto de novos inquilinos já no início de 2026. Nesse âmbito, o proprietário vai apostar numa remodelação das zonas comuns e o edifício vai contar com amenities concebidas para usufruto exclusivo dos ocupantes.
As consultoras Cushman & Wakefield e CBRE estão a comercializar o edifício, em regime de co-exclusividade.
Atualmente, encontram-se disponíveis cerca de 2.160 metros quadrados, de um total de 24.010 m² de área bruta. Segundo as consultoras, o elevado nível de ocupação reflete a forte procura por edifícios com plantas amplas, elevada luminosidade natural e carácter institucional, bem como a maturidade e crescimento contínuo do Parque das Nações.
Para Pedro Salema Garção, Partner e Head of Offices da C&W, o desempenho do Art’s Building demonstra que “um reposicionamento estratégico, já previsto e garantido, reforça decisivamente a atratividade de um ativo”, sublinhando ainda fatores diferenciadores como a isenção de IVA em algumas frações.
Já António Almeida Ribeiro, Diretor de Offices Investor Leasing da CBRE Portugal, destaca que o edifício “é um exemplo de como a combinação entre localização estratégica, certificação de sustentabilidade, eficiência dos espaços e amenities é determinante para atrair empresas de referência”, acrescentando que o atual nível de ocupação confirma a dinâmica positiva do mercado de escritórios em Lisboa.
Entre as principais características do Art’s Building destacam-se a certificação LEED Gold, a arquitetura premiada e a integração no complexo Art’s Business & Hotel Centre, concebido pelo arquiteto Frederico Valsassina, distinguido com o Prémio Valmor de Arquitetura em 2004.