Preços da habitação abrandam subida para 9,2%

Ana Tavares |
Preços da habitação abrandam subida para 9,2%

Segundo os números do INE, a subida dos preços foi mais expressiva nos fogos usados, que ficaram 10% mais caros face ao período homólogo, ao passo que as habitações novas registaram uma subida de 6% nos preços. Na comparação com o trimestre anterior, o IPHab subiu 3,6%. Com os fogos usados a subir 4% e os novos 2%.

Até março foram transacionadas 43.826 habitações em Portugal (37.436 usadas e 6.390 novas), mais 7,6% que em igual período de 2018, e menos 5,6% do que o trimestre anterior. Segundo o INE, «este e foi o terceiro trimestre consecutivo em que se observou uma desaceleração no número de vendas de habitações, sendo aquele que registou a mais baixa taxa de variação homóloga dos últimos 4 anos».

O valor das vendas chegou aos 6.100 milhões de euros, mais 12,9% que em igual período do ano passado. 5.000 milhões dizem respeito a alojamentos existentes e 1.100 a alojamentos novos, aumentos homólogos de 12,3% e 15,1%. «Este foi o terceiro trimestre consecutivo em que o ritmo de crescimento do valor das transações dos alojamentos novos superou o dos alojamentos existentes», destaca o INE. 2.900 milhões de euros dizem respeito a transações na Área Metropolitana de Lisboa e 1.400 na região Norte.

No primeiro trimestre de 2019, o Índice de Preços da Habitação subiu 9,2% em termos homólogos, uma desaceleração de 0,1% face ao trimestre anterior. O valor das vendas subiu 12,9%.

Segundo os números do INE, a subida dos preços foi mais expressiva nos fogos usados, que ficaram 10% mais caros face ao período homólogo, ao passo que as habitações novas registaram uma subida de 6% nos preços. Na comparação com o trimestre anterior, o IPHab subiu 3,6%. Com os fogos usados a subir 4% e os novos 2%.

Até março foram transacionadas 43.826 habitações em Portugal (37.436 usadas e 6.390 novas), mais 7,6% que em igual período de 2018, e menos 5,6% do que o trimestre anterior. Segundo o INE, «este e foi o terceiro trimestre consecutivo em que se observou uma desaceleração no número de vendas de habitações, sendo aquele que registou a mais baixa taxa de variação homóloga dos últimos 4 anos».

O valor das vendas chegou aos 6.100 milhões de euros, mais 12,9% que em igual período do ano passado. 5.000 milhões dizem respeito a alojamentos existentes e 1.100 a alojamentos novos, aumentos homólogos de 12,3% e 15,1%. «Este foi o terceiro trimestre consecutivo em que o ritmo de crescimento do valor das transações dos alojamentos novos superou o dos alojamentos existentes», destaca o INE. 2.900 milhões de euros dizem respeito a transações na Área Metropolitana de Lisboa e 1.400 na região Norte.

Luís Lima, presidente da APEMIP, comenta em comunicado que este número de transações, analisado pelo Gabinete de Estudos da APEMIP, revela a ligeira desaceleração já prevista pela associação: «tendencialmente o primeiro trimestre do ano costuma apresentar um número de transações similar ou ligeiramente ao último trimestre do ano anterior, pelo que não há motivos para grande alarmismo, até porque, quando comparando com o período homólogo, os regista-se uma subida das vendas. De qualquer forma, é natural que o mercado comece a assistir a uma ligeira quebra no número de transações, que se justifica essencialmente pela falta de oferta imobiliária, que não corresponde à enorme procura existente».