Em setembro, o valor mediano de avaliação bancária da habitação chegou aos 2.278 euros por metro quadrado, mais 24 euros que no mês anterior e mais 14,2% que em igual mês de 2025.
De acordo com os números agora divulgados pelo INE, a região Oeste e Vale do Tejo foi a que registou o maior aumento face ao mês anterior, de 1,6%, e a descida mais acentuada registou-se na Região Autónoma dos Açores, de -3,2%.
Já na comparação homóloga, foi na Península de Setúbal que se registou a variação mais acentuada, de 18,4%. Não se registou qualquer redução.
O índice do valor mediano de avaliação bancária mostra que a Grande Lisboa, o Algarve e a Península de Setúbal registaram os valores de avaliação mais elevados face à mediana do país, com desvios de 51,5%, 29,6% e 24,9%, respetivamente. Pelo contrário, Beira Baixa, Alto Alentejo e Alto Tâmega e Barroso foram as regiões que apresentaram valores mais baixos em relação à mediana nacional (-53,5%, -53,4% e -51,9%, respetivamente.
No caso dos apartamentos, o valor mediano de avaliação bancária foi de 2.662 euros/m², mais 0,3% que em agosto e mais 15,4% que o valor registado em igual mês de 2025. A Grande Lisboa regista o valor mais elevado do país, de 3.525 euros/m², logo seguida pelo Algarve, com 3.010 euros/m². o Alentejo e o Centro registam os valores mais baixos, de 1.739 euros/m² e 1.748 euros/m², respetivamente. Novamente, o Oeste e Vale do Tejo registou o crescimento homólogo mais expressivo, de 21,4%, não se tendo verificado qualquer descida.
O valor mediano de avaliação das moradias fixou-se nos 1.621 euros/m² em setembro, mais 0,7% do que em agosto e mais 11,1% face a igual mês do ano anterior. Os valores mais elevados registaram-se também na Grande Lisboa (2.942 euros/m²) e no Algarve (2.835 euros/m²). Mas foi a Madeira que registou a subida mais elevada, de 20,3%. Também neste caso não se registaram descidas no país.
Neste mês de setembro, foram consideradas 32.597 avaliações bancárias, uma descida de 0,2% face ao mês anterior e de 1,2% na comparação com setembro de 2025.