Comércio de rua domina com 70% das aberturas do ano

Ana Tavares |
Comércio de rua domina com 70% das aberturas do ano

De acordo com os números agora divulgados pela JLL, foi a restauração que impulsionou a grande atividade do comércio de rua, concentrando grande parte das aberturas, incluindo o lançamento de novos conceitos e operadores.

Em Lisboa, a consultora destaca o “reanimar” da avenida da Liberdade, onde abriram este ano lojas como a JNcQUOI Asia, Lúcia Piloto, Boggi ou Levis. Esta foi também a zona que registou um maior crescimento das rendas, que passaram dos 90 euros/m²/mês no início de 2019 para os 110 euros no final do ano.

Mas é no Chiado que se continuam a registar as rendas mais altas do país, de 145 euros/m²/mês, seguido de perto pelos 140 euros/m²/mês da Baixa – sendo esta uma zona onde o ritmo de procura é elevado, mas onde existem ainda muitos edifícios por reabilitar e lojas por posicionar. A consultora prevê assim uma maior dinâmica de aberturas em 2020 nesta área da cidade.

Não obstante, os centros comerciais continuam sob a mira dos retalhistas, nomeadamente aqueles que têm passado por processos de renovação, uma tendência crescente no mercado.