A Porta da Frente Christie’s International Real Estate fechou 2025 em modo recorde. A mediadora atingiu o melhor desempenho de sempre, ao crescer 35% em faturação face a 2024, num ano marcado por forte dinâmica comercial. Com mais de 600 transações concluídas, a empresa ultrapassou os 560 milhões de euros em volume de imóveis transacionados.
O maior negócio do ano cifrou-se em 6,5 milhões de euros, correspondendo à venda de um apartamento T3 num condomínio fechado, em Cascais. Ao longo de 2025, as tipologias T1 e T2 dominaram a procura, espelhando a afirmação do segmento affluent, cada vez mais impulsionado por compradores nacionais.
Cascais voltou a assumir a liderança no mapa do imobiliário de luxo, com uma forte concentração de vendas em condomínios de alto padrão e moradias, e uma percentagem significativa de transações acima dos 3 milhões de euros, com valores que superam os 20.000 euros por metro quadrado. Lisboa manteve-se firme no segmento premium, sobretudo junto de clientes internacionais, com preços médios até 15.000 euros por metro quadrado. Em paralelo, Oeiras e o Alentejo Litoral ganharam tração ao longo do ano, consolidando-se como novos territórios de procura, em especial no mercado de segunda habitação.
“Estes resultados refletem a maturidade do mercado de gama alta em Portugal e a crescente confiança dos nossos clientes. Após 30 anos de presença da marca Christie’s em Portugal, este desempenho confirma a solidez do nosso posicionamento e a capacidade da Porta da Frente Christie’s em oferecer um serviço altamente especializado, alinhado com padrões internacionais da marca e adaptado às especificidades do mercado português”, afirma João Cília, CEO da Porta da Frente Christie’s.
A nova construção esteve também em destaque, a representar cerca de 60% das transações, impulsionada por empreendimentos nas zonas limítrofes de Lisboa, como Miraflores, Belas e Alta de Lisboa, e em áreas emergentes de segunda habitação.
Ao nível de perfil de compradores, os clientes portugueses reforçaram significativamente o seu peso, passando de 50% em 2023 para 65% em 2025, enquanto compradores internacionais continuaram a representar uma parcela relevante do mercado, com Brasil e Estados Unidos a destacarem-se como a segunda e terceira nacionalidades, respetivamente, num universo de 39 nacionalidades diferentes.