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JLL reforça a sua equipa de Escritórios no Porto

Ana Tavares |
JLL reforça a sua equipa de Escritórios no Porto

Cristina Almeida faz parte da equipa da JLL há 4 anos, e tem vasta experiência na área de Retail no Porto. Junta-se agora à equipa de Office, e assume a função de Consultant Office and Retail Leasint. Vai trabalhar em parceria com Francisca Penha, Consultant Office Agency há 5 anos na consultora.

Este departamento vai passar a ser coordenado por Sofia Tavares, Head of Tenant Representation, reportando diretamente a Mariana Rosa, Head of Office & Logistics Agency da JLL Portugal.

O reforço da JLL prende-se com a dinâmica do mercado do Porto que, apesar da pandemia, se destacou pela positiva ao longo de 2020, chegando ao final de outubro com um crescimento acumulado da ocupação de 28% em termos homólogos anuais. Segundo o Office Flashpoint da JLL, entre janeiro e outubro as empresas ocuparam um total de 41.033 metros quadrados, num total de 37 operações.

A consultora esteve envolvida em operações como a instalação da Área Metropolitana do Porto e da Bold no renovado Palácio dos Correios; a colocação da Ebankit e IT Sector no novo POP – Porto Office Park e também pelo arrendamento dos novos escritórios da Sitel no edifício Heroísmo.

Mariana Rosa, Head of Office, Logistícs Agency & Transaction Management, comenta em comunicado de imprensa que «para o mercado de escritórios, a cidade do Porto oferece características intrínsecas que se têm mantido mesmo nesta altura de incerteza. Por isso mesmo, continua a haver uma procura ativa no atual contexto, o que associado à conclusão recente de novos projetos, com qualidade e áreas grandes, explica este crescimento da absorção. O mercado tem sido, assim, marcado pela concretização de operações de grande dimensão, com rápida absorção dos produtos novos que chegaram ao mercado».

Segundo a responsável, «a expetativa é de que o mercado de escritórios do Porto feche 2020 com um desempenho significativamente superior ao do ano passado, com tendência a que 2021 dê continuidade a esta atividade, pois a procura persiste e a falta de oferta continua a ser estruturante. Apenas 38% dos 200.000 m2 de escritórios em pipeline no Porto são especulativos, o que é bem demonstrativo desta realidade».