Crescimento mantém-se, mas desacelera
Em janeiro deste ano, o alojamento turístico registou 1,7 milhões de hóspedes (+3,8% 2 ) e 3,7 milhões de dormidas (+2,0%).
Os resultados traduziram-se em 276,8 milhões de euros de proveitos totais e 199,5 milhões de euros de proveitos de aposento (+5,6% em ambos os indicadores).
O aumento das dormidas resultou de contributos positivos, tanto dos residentes como dos não residentes, ainda que com ritmos diferentes: as dormidas de residentes aumentaram 4,7% (+6,0% em dezembro), enquanto as de não residentes cresceram 0,7% (após +1,2% em dezembro).
Dormidas crescem mas com abrandamento
Em janeiro de 2026, o setor do alojamento turístico registou 1,7 milhões de hóspedes e 3,7 milhões de dormidas, correspondendo a aumentos homólogos de 3,8% e 2,0%, respetivamente.
As dormidas de residentes ascenderam a 1,3 milhões, traduzindo um crescimento de 4,7%, ainda que abaixo dos 6,0% registados em dezembro. Já as dormidas de não residentes totalizaram 2,4 milhões, com um aumento mais modesto de 0,7%, também inferior ao observado no mês anterior (+1,2%).
Norte e Centro lideram dormidas em janeiro
Em janeiro, os maiores aumentos no número das dormidas registaram-se no Norte (+8,2%) e no Centro (+5,6%). Em sentido contrário, a Região Autónoma dos Açores e o Algarve apresentaram os recuos mais acentuados, com quebras de 5,8% e 4,7%, respetivamente.
A Grande Lisboa (30,2%) e o Norte (19,5%) concentraram a maior proporção de dormidas. As dormidas de residentes cresceram, sobretudo, na Grande Lisboa (+9,8%) e no Centro (+7,8%). As Regiões Autónomas da Madeira e dos Açores foram as únicas a registar decréscimos.
Quanto às dormidas de não residentes, apenas no Norte (+10,8%) e na Grande isboa (+ 3,6%) se observaram aumentos. Os maiores decréscimos ocorreram na RA Açores (-10,3%) e na Península de Setúbal (-9,4%).