Hotelaria de Lisboa em quebra em outubro

Ana Tavares |
Hotelaria de Lisboa em quebra em outubro

 

Os hotéis da cidade registaram uma taxa de ocupação média de 88,99%, que compara com os 91,93% de igual mês do ano passado. A maior descida da ocupação registou-se nos hotéis de 5 estrelas, que registaram uma quebra de 6,4% face a outubro do ano passado, quando a taxa de ocupação era de 85,75%.

Os 4 estrelas, por seu lado, registaram uma taxa de ocupação de 92,09%, menos 1,9% que no ano passado, e os 3 estrelas desceram 2,2% para os 92,8%.

No que diz respeito ao preço médio, os 3 estrelas destacaram-se com uma subida de 3,4% para os 87,85 euros. 4 e 5 estrelas registaram preços médios de 102,77 e 189,10 euros, descidas de 5,6% e 3,5%, respetivamente.

O RevPar de outubro desceu 6,8% face a igual mês do ano passado, fixando-se nos 107,85 euros. Só os hotéis de 3 estrelas registaram uma subida de 1,1% para os 81,52 euros.

No acumulado do ano, a taxa de ocupação ficou 1,3% abaixo dos 82,93% do acumulado até outubro de 2017. A exceção foram, novamente, os hotéis de 3 estrelas que registaram uma subida de 1,3% na taxa de ocupação, que se fixou nos 86,77% até outubro. 4 e 5 estrelas desceram 0,5% e 4,6%, respetivamente, para os 85,47% e 71,41%.

No período acumulado, o RevPar do total da cidade subiu 5,8% para os 81,58 euros, com a maior subida entre os 3 estrelas, que subiram 14% para os 70,65 euros. 4 e 5 estrelas registaram RevPar de 80,56 e 127,65 euros, respetivamente.