Pipeline de casas novas atinge aos 18.800 fogos

Ana Tavares |
Pipeline de casas novas atinge aos 18.800 fogos

Este volume equivale a 82% do total de 23.001 casas contabilizadas em pipeline até junho, sendo que a construção nova tem um peso de 81% nos 9.369 projetos em carteira no país. A reabilitação urbana representa 1.743 projetos e 4.195 casas.

No que concerne a construção nova, no primeiro semestre contabilizam-se apenas 8 edifícios de apartamentos com mais de 100 fogos, num total de 1.135 unidades. Esses edifícios situam-se em Lisboa, que concentra um projeto com 195 fogos em Campolide e outro com 115 no Parque das Nações. O Porto tem três projetos com 133 e 100 fogos, em Paranhos, e outro com 112 unidades em Campanhã. Armação de Pêra tem o maior projeto em pipeline, com 256 apartamentos. Oeiras tem um com 113 fotos, e Matosinhos um com 111 unidades.

Atualmente, continuam a dominar na oferta os edifícios com 20 ou menos fogos, representando 80% dos projetos de construção nova em altura. Os edifícios com apartamentos representam 59% dos fogos no segmento da construção nova.

Entre janeiro de 2017 e junho de 2019, a carteira residencial de construção nova no país soma os 74.409 fogos, resultantes de 32.707 projetos habitacionais, equivalentes a 80% do número de fogos em licenciamento no país nesse período acumulado, segundo a Ci. Esta carteira diz respeito a 93.129 fogos distribuídos por 40.323 projetos, incluindo as unidades de projetos de reabilitação. Nesse período, foram lançados 7.616 projetos de reabilitação, num total de 18.720 fogos.

O Pipeline Imobiliário da Ci é apurado com base nos pré-certificados energéticos emitidos pela ADENE, que devem obrigatoriamente integrar os processos de licenciamento municipal de obras (com exceção de reabilitações de menor profundidade ou de obras em edifícios classificados). Esta fonte cobre, portanto, a totalidade do universo de novas obras em lançamento de promoção nova e reabilitação.