Números que evidenciam “o impacto crescente da iniciativa no acesso à habitação na cidade”, realça a autarquia que, ainda esta terça-feira realizou mais um sorteio em que foram atribuídas 25 casas a famílias que procuram soluções de arrendamento compatíveis com os seus rendimentos.
A resposta municipal de arrendamento acessível Porto no âmbito das suas políticas de acesso à habitação é disponibilizada através de diferentes instrumentos. Uma parte da oferta integra casas resultantes da reabilitação de edifícios promovida pela Porto Vivo SRU, “contribuindo para a valorização do património urbano e para a reativação de imóveis anteriormente devolutos”, refere a autarquia. Outra parte resulta de parcerias com proprietários privados, através do mecanismo de arrendar para subarrendar, que permite integrar casas do mercado privado neste modelo municipal.
Distribuída pelas várias freguesias da cidade, esta bolsa de oferta inclui apartamentos de diversas tipologias, mas com predominância de T1 e T2 que, confirma a autarquia, são as mais procuradas pelas famílias.
Com um valor médio mensal de 480,41 euros, a rendas praticadas enquadram-se no programa de arrendamento acessível promovido pelo município, em que em muitos dos casos este valor é complementado por um mecanismo de apoio à renda. Os últimos dados disponibilizados pela Câmara do Porto indicam que 66,6% destes agregados beneficiam de subsídio à renda.
Foto: Miguel Nogueira / Arquivo Câmara Municipal do Porto