O valor mediano de avaliação bancária na habitação atingiu o marco dos 2.105 euros por metro quadrado em janeiro deste ano. São mais 24 euros (1,2%) que no mês anterior, e mais 18,7% que em janeiro do ano passado, uma variação homóloga semelhante à registada no mês anterior, de 19,1%.
De acordo com os últimos dados do Instituto Nacional de Estatística, nenhuma região do país registou qualquer descida deste indicador, e o Oeste e Vale do Tejo teve o maior aumento mensal, de 2,1%.
Na comparação com janeiro de 2025, foi a Península de Setúbal que registou a maior subida, de 27,1%, não se tendo registado qualquer descida no país.
No caso dos apartamentos, em janeiro, o valor mediano de avaliação bancária chegou aos 2.447 euros por metro quadrado, mais 22,8% que em janeiro do ano passado. Os valores mais elevados foram registados na Grande Lisboa (3.269 euros) e no Algarve (2.796 euros). O Alentejo e o Centro registaram os valores mais baixos, de 1.506 e 1.560 euros, respetivamente.
Face ao mês anterior, o valor de avaliação dos apartamentos subiu 1,3%, com o Oeste e Vale do Tejo a liderar a subida, com 2,4%.
Nas moradias, o valor mediano da avaliação bancária foi de 1.527 euros por metro quadrado em janeiro, mais 15,2% que no ano passado. Os valores mais altos registaram-se, novamente, na Grande Lisboa, com 2.788 euros, e no Algarve, com 2.703 euros. O Centro e o Alentejo têm os valores de moradias mais baixos, de 1.135 e 1.223 euros, respetivamente.
Na comparação com dezembro, o valor mediano de avaliação subiu 0,7%. O Algarve teve a maior subida, de 2,8%.
Segundo o INE, em janeiro foram consideradas 31.300 avaliações bancárias, uma descida de 9,2% face ao mês anterior, e de 11,2% em termos homólogos.