A Dils concluiu 20 transações de escritórios no primeiro semestre de 2026, totalizando mais de 8.700 metros quadrados de área transacionada. Além dos negócios já concretizados, a consultora revela que tem atualmente mais do dobro de operações em carteira para fechar até ao final do ano.
A atividade acompanhou a dinâmica positiva do mercado de escritórios, com as Zonas 2 e 3 de Lisboa a concentrarem, em conjunto, mais de 60% da área transacionada pela empresa.
A Zona 3, que integra Campo Grande e Entrecampos, representou 36,8% da área total transacionada pela Dils, assumindo-se como a localização mais relevante em termos de metros quadrados. Seguiram-se as Zonas 2 e 4, ambas com uma quota de 24%.
Em número de operações, foi a Zona 2 que registou maior dinamismo, concentrando 30% dos negócios fechados pela consultora. Segundo a Dils, este desempenho reflete a procura contínua por localizações consolidadas, com boa oferta de transportes, serviços e edifícios de qualidade.
Cresce o número de operações de grande dimensão
Das 20 transações concluídas no primeiro semestre, quatro envolveram áreas superiores a 1.000 m², evidenciando a crescente capacidade da consultora para acompanhar operações de maior dimensão.
Os negócios abrangeram empresas de vários setores, incluindo serviços financeiros, seguros, publicidade, saúde, tecnologia e serviços especializados, refletindo uma procura transversal por escritórios adaptados às novas formas de trabalho.
Pipeline supera os 80.000 m²
A Dils acompanha atualmente processos que representam mais de 80.000 m² de escritórios, distribuídos por operações de agency, tenant representation e flex spaces, antecipando um segundo semestre de forte atividade.
Mariana Rosa, Head of Office da Dils Portugal, afirmou: "O mercado de escritórios continua a evoluir num contexto mais seletivo, com a procura concentrada em edifícios novos, bem localizados, tecnológicos e com elevados padrões de qualidade. Em Lisboa e no Porto, os resultados do primeiro semestre mostram que a dinâmica de ocupação se mantém, impulsionada pela tendência de flight to quality e pela adaptação das empresas a novos modelos de trabalho. Hoje, o escritório é cada vez mais um espaço estratégico, centrado na experiência das pessoas e na criação de valor para as organizações".