Residencial impulsiona crescimento da Predibisa

Ana Tavares |
Residencial impulsiona crescimento da Predibisa

 

Muito ligada à promoção e à reabilitação urbana na baixa do Porto, esta área registou um crescimento de 125% face a 2016. Até porque «cada vez mais presente no radar do mercado internacional, o Porto posiciona-se com uma zona muito atrativa para grandes transações imobiliárias. O aparecimento de produto imobiliário em consonância com a qualidade da oferta explica esta realidade», refere João Magalhães, diretor geral da Predibisa.

Além da área residencial, a Predibisa destaca também a realização de vários negócios com clientes investidores em restauração, comércio, escritórios, hotelaria ou short term rental, uma dinâmica muito explicada com o crescimento do turismo e do alojamento local. Indústria e logística, bem como o segmento de capital markets, também registaram desempenhos positivos.

Mas se 2017 foi um ano notável, «também teve desafios e um deles passou pelo reforço da multidisciplinariedade da equipa Predibisa. Criámos o departamento de Avaliações e Consultoria para dar uma resposta mais abrangente aos clientes que pretendam obter maior certeza quanto ao valor do seu património, com um aconselhamento mais fundamentado», destaca ainda este responsável».

Em 2017, o portfólio da Predibisa incorporou negócios como a comercialização do o edifício Leica na Rua Sá da Bandeira; as Casas Quinta da Vilarinha, o Essenza e as Casas das Buganvílias junto à Avenida da Boavista, o empreendimento Flores 77 na Rua das Flores e o Palácio dos Príncipes em Cedofeita; a colocação da Starbucks na Rua Mouzinho da Silveira; o projeto chave-na-mão da Predibisa com a Garcia, Garcia para a Nacex, entre outros.

Este ano, as perspetivas mantêm-se otimistas: «estamos convictos que 2018 seja um ano animador, pois vemos muita vontade de investimento no Porto e prova disso são os negócios que temos vindo a concretizar e aqueles que temos já em carteira. É notório que o Porto é apetecível para os investidores, sendo que já não se trata só de uma questão de estar na moda, pois tem vindo a crescer o número de multinacionais que elegem a cidade para se instalarem, em detrimento de outras cidades europeias. Acreditamos que o investimento estrangeiro, principalmente em short-rental, hotelaria e, inclusive, em residências para estudantes, sejam as tendências de 2018 no mercado imobiliário a Norte», remata ainda o responsável.