Inteligência artificial e realidade aumentada entre os candidatos ao Proptech Challenge da CBRE

Ana Tavares |
Inteligência artificial e realidade aumentada entre os candidatos ao Proptech Challenge da CBRE

 

Esta é uma competição europeia da CBRE, promovida pelo segundo ano consecutivo, que procura projetos que possam delinear o futuro do setor imobiliário, tem impulsionado talentos de todo o mundo a submeter as suas candidaturas. Com a transformação digital a assumir cada vez mais um papel de destaque no setor imobiliário, a CBRE está a investir na procura de soluções únicas, que possam trazer valor acrescentado ao mercado.

Os projetos serão avaliados por um painel internacional de júris, onde se incluem quatro portugueses, e vão permitir aos candidatos vencedores desenvolver as suas ideias em conjunto com a CBRE, contando com o know-how e orientação da equipa.

Pedro Rocha Vieira, CEO da Beta-i e júri internacional do Proptech Challenge, acredita que «iniciativas como o Proptech Challenge são cada vez mais relevantes, numa altura em que a economia tradicional está pressionada para encontrar novos modelos de negócio, e integrar tecnologias emergentes, que estão cada vez mais maduras. Setores como o imobiliário podem tirar grande partido destes avanços, mas para isso é necessário que as empresas que dominam o mercado atual, decidam investir neste novo paradigma, e no seu próprio futuro, de forma a não serem surpreendidas por ele. É bom ver que a CBRE está activa também neste campo, e por isso é com todo o prazer que a Beta-i se associa a esta iniciativa».

Já para Ricardo Luz, Partner da Gestluz Consultores e júri internacional do Proptech Challenge, «a inovação tecnológica que vem provocando mudanças significativas, quando não mesmo disrupções, nos modelos de negócio e nas empresas de todos os sectores de atividade, é hoje uma realidade também no setor imobiliário. O Proptech Challenge é um dos mais importantes veículos de promoção de pessoas talentosas e empresas inovadoras com ideias e projetos que visem transformar o sector imobiliário, melhorando a sua competitividade e sustentabilidade, e no final, contribuir para a melhoria dos territórios e da vida das populações que os habitam, visitam e neles trabalham».