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Salão do Imobiliário e Turismo Português em Paris regressa a 20 de maio

Ana Tavares |
Salão do Imobiliário e Turismo Português em Paris regressa a 20 de maio

Realiza-se novamente em formato presidencial de 20 a 22 de maio o Salão do Imobiliário e Turismo Português em Paris, na sua 9ª edição, na Porte de Versailles.

A feira foi apresentada esta semana à imprensa na FIL, em Lisboa, numa conferência de imprensa que contou com a participação de Igor Laraki, diretor executivo da InPortugal, organizadora do evento, Carlos Vinhas Pereira, Presidente da Câmara de Comércio e Indústria Franco-Portuguesa e Sandra Fragoso, gestora do SIL, ambos parceiros do salão, a par da Maison au Portugal e da Embaixada de Portugal em França.

Numa altura em que os franceses continuam no topo da lista dos estrangeiros que mais imobiliário compram em Portugal, o Salão vai voltar a promover Portugal junto do público francófono, nomeadamente quem procura visitar ou viver no país, esperando num pavilhão de 5.000 metros quadrados entre 150 e 200 expositores e mais de 10.000 visitantes.

Os três dias de exposição vão contar com 40 conferências, entrega de prémios, convidando profissionais e particulares a conhecer as oportunidades que o imobiliário português tem para oferecer. «Oportunidade é a palavra de ordem do salão», destaca Igor Laraki, que recorda que «as pessoas estão a escolher Portugal, onde encontram tudo, qualidade de vida, segurança, clima, um panorama turístico autêntico e consolidado».

Carlos Vinhas Pereira está confiante de que «vamos ter um grande salão este ano». Destaca que será dado um foco especial aos municípios e regiões, através da divulgação do que têm para oferecer. Haverá inclusive uma região em destaque, ainda a anunciar.

Segundo o responsável, «sentimos que há cada vez mais procura por Portugal. O imobiliário é muito caro em França, o poder de compra diminuiu, e os franceses ganham logo 25% desse poder de compra no nosso país». Por outro lado, «os 2 milhões de portugueses que vivem em França são dos que mais investem em Portugal», conclui.